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Montadoras com produção enxuta escapam da crise e investem
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Em meio a interrupções de produção e queda nas vendas, um grupo de montadoras segue menos sensível à crise. Em comum, focaram investimentos em operações mais enxutas com produção local e bens de maior valor.
As japonesas Toyota e Honda, por exemplo, não só resistiram ao encolhimento do mercado como conseguiram registrar crescimento no primeiro trimestre de 2015.
A primeira opera em capacidade máxima, mas sem excedentes. Na fábrica de Indaiatuba (a 98 km de São Paulo), foram produzidos 77 mil sedãs Corolla em 2014.
A Honda evita falar em metas, mas pratica estratégia similar. A empresa utiliza a receita gerada em suas operações nacionais nos novos investimentos, evitando recorrer a empréstimos ou à matriz. "Preferimos manter um ritmo mais comedido. Não vendemos tanto quanto poderíamos, mas também não temos que cortar excedentes", diz uma fonte ligada à marca.
Tais estratégias comerciais só são possíveis devido à reputação construída pelas marcas japonesas no Brasil. Seus produtos têm fama de duráveis, o que permite um posicionamento de preço acima da média de seus segmentos de atuação.
Fonte: Folha de São Paulo
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