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Ferro-gusa precisa de investimentos para sobreviver à crise.
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Adaptar-se às regras de sustentabilidade impostas para reduzir custos com a produção de carvão vegetal e diversificar a produção são medidas que necessitam de imediatismo no setor de ferro-gusa, porém, segundo guseiros da região mineira, faltam incentivos.
A meta de sustentabilidade que deveria ser atingia em 2012 foi prorrogada para 2017, no entanto, especialistas desconfiam que, mesmo estendida, a data pode não ser suficiente para as empresas conseguirem plantar florestas para atender a região e se livrar da pressão do carvão com origem nas matas nativas.
Segundo José Elísio Batista, secretário-adjunto de Fomento Econômico da Prefeitura de Divinópolis, polo produtor no Oeste do estado, não existe financiamento para florestas no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. ”Os custos elevados do investimento, que deve ser feito por conta própria, deixa o setor submetido às altas do carvão, além de enfrentar problemas com o desmatamento ilegal”, destaca.
Inovação
Para sair desta situação de crescente decadência, tendo já reduzido 33% das exportações do gusa somente de Minas Gerais frente a 2009, a sugestão do presidente do Sindifer, Paulino Cícero, “é unir a produção de gusa com a fundição ou começar a fabricar aço”, projeto que ressurgi pela terceira vez, sendo a primeira em 1960 e a segunda em 1980.
Empresários da região estão discutindo a viabilidade de se investir em uma aciaria, voltado para construção civil para aproveitarem a ascensão do setor. A sugestão é montar uma planta com capital conjunto do setor, que compraria a matéria-prima excedente agregando valor ao gusa.
Fonte: Infomet
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