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Maranhão estende exportação de ferro gusa para Europa e Ásia.
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De acordo com o Conselheiro do Sindicato das Indústrias de Ferro Gusa do Estado do Maranhão, Ricardo Nascimento, o setor da região ainda não se recuperou e opera com 50% de sua capacidade. Por outro lado, mesmo que timidamente, as exportações continuam atendendo o mercado americano, porém, as vendas foram ampliadas para os mercados europeu e asiático.
Embora o preço internacional histórico do ferro gusa seja considerado razoável a US$ 530.00 por tonelada longa com frete incluso, o valor cobre apenas os custos de produção que estão muito onerosos, diz.
Nascimento afirma que o custo de produção aumentou bastante nos últimos meses porque houve elevação de preço dos principais insumos (minério de ferro, carvão vegetal e energia elétrica) e o aumento do custo da mão de obra, porém, não conseguiram transferir essa alta de custo para os preços do ferro gusa, a fim de não perder competitividade, visto que os preços do aço e sucata não sofreram alteração e nem há perspectivas próximas para que isso aconteça.
A expectativa para o futuro depende diretamente da política cambial brasileira, reforça o conselheiro. E completa: “Caso o dólar se mantenha em baixa frente ao real, as empresas continuarão em dificuldade, visto que os custos são nacionais e as receitas são cotadas pela moeda americana”, finaliza.
Fonte: Infomet
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